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Selma seguiu o sexto sentindo e abriu, há um ano, o Ravel Café (Foto: Evandro Veiga/ CORREIO)

 

A administradora Selma Lemos trabalhava em uma empresa familiar de distribuição de frangos há 20 anos. O negócio estava consolidado no mercado e ia muito bem. Mas, para Selma, faltava uma coisa: propósito. “Fechei a empresa e fui meditar onde eu realmente queria empreender. Sabia que queria ser dona da minha empresa, mas queria algo que estivesse conectado com o que eu ficava feliz em realizar”. 

Gostar de café era um hobby. Mas foi em uma memória afetiva de infância que a intuição de Selma a levou onde queria chegar. Faz um  um ano que ela abriu o Ravel Café, na Pituba. “Busquei em um momento interior muito meu. Quando criança, eu sempre gostei de brincar com um joguinho de xícaras. Era algo prazeroso demais pra mim. E nisso eu foquei o meu negócio”, lembra. 

Ouvir a intuição não é tarefa fácil. Confiar no ‘feeling’, também não. Nem por isso é uma habilidade impossível. O autoconhecimento, uma maior segurança e também a capacidade de tomar decisões mais assertivas são só alguns benefícios de uma intuição bem apurada. 

“Nossos sentimentos, paixões e desejos mostram o que há de mais genuíno e espontâneo dentro de nós. Ou seja, quando seguimos aquela voz interior, estamos sendo verdadeiros com o mundo e com nós mesmos, pois estamos completamente desprovidos de raciocínio e lógica”, explica a especialista em desenvolvimento humano e sócia da A&B Consultoria e Desenvolvimento Humano Susanne Anjos Andrade.

O segredo é treinar a mente. A pedido do CORREIO, a especialista elaborou um teste que ajuda a avaliar como anda o nível da sua intuição. (veja abaixo). “As pessoas intuitivas são aquelas criativas, ambiciosas. São mais empreendedoras, inovadoras, visionárias”. Ainda de acordo com Suzanne, embora algumas tenham essa qualidade desde o nascimento, todo mundo pode se tornar mais intuitivo. 

“Quem é mais intuitivo se baseia muito no hemisfério cerebral direito - que é mais ligado a emoções. Assim, conviver com pessoas mais intuitivas, assumir atividades que demandam mais criatividade, por exemplo, ajudam a desenvolver essa parte do cérebro e isso pode ser feito por qualquer um”.

Sexto sentido

A empresária Selma Lemos confiou mesmo na sua intuição e a partir daí buscou qualificação, participou de feiras e visitou cafeterias  até chegar ao plano de negócio do Ravel Café. “Nessa pesquisa, eu encontrei a bebida enquanto experiência e não apenas uma oferta de produto. A intuição veio como uma inspiração sobre algo que de fato me realizaria”, pontua. 

É justamente esse cuidado que é preciso ter com a inteligência intuitiva, como destaca o master coach e mentor da área de desenvolvimento humano Wilton Neto: “A intuição é uma resposta. Ela não pode vir seguida de uma emoção muito forte, nem de um momento de euforia. Supomos que você brigou com o chefe. Naquele momento, uma voz vai mandar que largue tudo. E aí não é uma questão de intuição e sim uma atitude que será reflexo do desentendimento”, explica. 

Veja a matéria completa em: CORREIO

Créditos: Priscila Natividade/CORREIO

 

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